Não é que eu tenha predileção por automobilismo, na verdade mal presto atenção nisso… mas gosto de reconhecer as figuras transcedentais de qualquer esporte.

Para o “desafio de kart” organizado por Felipe Massa para juntar seus amigos no final de ano, vieram Rubens Barrichello, Nelsinho Piquet, Tony Kanaan, Ricardo Zonta, Antonio Pizzonia, Alexandre Barros (motovelocidade), Felipe Giaffone (virtual campeão da F-Truck neste ano), Cacá Bueno (campeão da Stock Car), entre muitos outros.

Veio também Michael Schumacher.

Acertou seu kart praticamente sozinho (o mecânico sorteado para ajudá-lo ficou boquiaberto), foi para a pista, classificou-se para largar na segunda fila. Venceu a primeira bateria e cumpriu seu plano de pontuar sem muito esforço na segunda. Recebeu o troféu das mãos do governador de Santa Catarina, que torcia por Barrichello.

Schumacher não corria numa prova desde 2006.

Luciano Burti resumiu com perfeição: “ele é excepcional, ficou um ano parado, veio aqui e deu um pau em todos nós”.

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